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Quase 60% das rodovias paranaenses apresentam problemas

SETCAMAR A FORÇA DO TRANSPORTADO

Superintendente Zanoni Luiz Favero
Thais Caroline S Ramos

Quase 60% das rodovias paranaenses apresentam problemas

Apesar do índice, as vias do Paraná são as mais bem avaliadas da Região Sul

21ª Pesquisa CNT de Rodovias revelou que 59,9% (3.793 km) da malha rodoviária do Estado do Paraná apresenta algum tipo de deficiência, sendo classificados como regulares, ruins ou péssimos. Apesar desse índice, ainda assim as vias paranaenses são as mais bem avaliadas da Região Sul. A pesquisa da Confederação Nacional do Transporte percorreu 6.336 km no Estado.

Os 40,1% (2.543 km) restantes foram avaliados como ótimos ou bons. O estudo leva em consideração as condições do pavimento, da sinalização e da geometria da via. Estima-se que seja necessário investir mais de R$ 2,6 bilhões para ações emergenciais de reconstrução e restauração das vias e manutenção de trechos desgastados.

Conforme a CNT, o pavimento problemático do Estado eleva o custo do transporte rodoviário em 25,6%, pelo fato de aumentar o custo com manutenção de veículos e o consumo de combustível.


DETALHAMENTO DAS CONDIÇÕES

Pavimento


No pavimento, são consideradas as condições da superfície da pista principal e do acostamento. A pesquisa classificou o pavimento como regular, ruim ou péssimo em 49,5% da extensão avaliada no Paraná, enquanto que 50,5% foram considerados ótimos ou bons; 48,1% da extensão pesquisada apresenta a superfície do pavimento desgastada.


Sinalização


Nessa variável, são observadas a presença, a visibilidade e a legibilidade de placas ao longo das rodovias, além da situação das faixas centrais e laterais. O estudo apontou que há problemas de sinalização em 57,9% da extensão avaliada (classificação regular, ruim ou péssimo). Em 42,1%, o estado é ótimo ou bom. Ao analisar os trechos onde foi possível a identificação visual de placas, 28,3% apresentaram placas desgastadas ou totalmente ilegíveis.


Geometria da via


O tipo de rodovia (pista simples ou dupla) e a presença de faixa adicional de subida (3ª faixa), de pontes, de viadutos, de curvas perigosas e de acostamento estão incluídos na variável geometria da via. A pesquisa constatou que 77,6% da extensão pesquisada não tem condições satisfatórias de geometria; 22,4% tiveram classificação ótimo ou bom nesse aspecto. O Estado tem 80,5% da extensão das rodovias avaliadas de pista simples de mão dupla.


Pontos críticos


A pesquisa identificou, ainda, um trecho com queda de barreira que coloca em risco o condutor ao trafegar pelas rodovias dessa Unidade da Federação.


Investimentos em 13 anos


O Paraná recebeu do governo federal R$ 4,62 bilhões em intervenções na malha rodoviária federal entre 2004 e 2016. Somente no ano passado, foram investidos R$ 312,75 mil por quilômetro, 96% mais que a média nacional.  Para 2017, estão autorizados R$ 354,96 bilhões, dos quais 73,1% foram executados entre janeiro e junho. Ainda que a manutenção tenha sido a prioridade do governo federal no Estado, ações de adequação e manutenção foram realizadas nas rodovias BR-101/116/392/448. 

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