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Pesquisa desenvolve biocombustível produzido com algas de água doce

SETCAMAR A FORÇA DO TRANSPORTADOR

Superintendente Geasi Oliveira de Souza
Por: Valério Zawadzki

17 de Setembro de 2015

Pesquisadores da Universidade Federal de Goiás (UFG) desenvolveram um biocombustível a partir de algas de água doce. Um carro de testes da instituição já roda com o produto. De acordo com os profissionais, o custo da produção é bem menor e o item deve chegar às bombas mais barato que o etanol.

“Hoje o biodiesel apresenta um preço menor do que o óleo diesel no mercado. Isso já é uma realidade. A ideia agora com microalgas é, além de diminuir mais ainda esse preço, a gente consiga produzir outros produtos de interesse da sociedade nessa mesma via de produção”, destaca o professor da UFG Nelson Antoniosi Filho.

A pesquisa começou há cinco anos. Neste período, 450 espécies de algas de água doce foram analisadas, mas apenas três foram selecionadas.

Naturalmente, as algas produzem óleo vegetal. Ao fazer testes com substâncias que estimulam essa capacidade, a equipe se surpreendeu, pois as espécies produzem 20 vezes mais óleo que a soja, que é a principal matéria prima usada para fabricar biocombustível atualmente.

“Pensamos na produção de biodiesel a partir de oleaginosas convencionais como soja, canola, girassol, mas há a necessidade de se desocupar áreas, as vezes áreas de floresta, para se fazer a parte agrícola né. Para microalgas, nós podemos utilizar áreas que já estão devastadas, inclusive, para se fazer essa produção”, explica Nelson.

A pesquisa ainda está em fase de testes. A previsão é de que o biocombustível produzido com algas de água doce esteja no mercado em até cinco anos.

Fonte: FETRANSPAR

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