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Produção recorde de milho derruba os preços e eleva o frete em MT

SETCAMAR A FORÇA DO TRANSPORTADOR

Superintendente Geasi Oliveira de Souza
Por: Giseli S. Casotti

Maringá 09 de setembro de 2013

Nunca os agricultores de Mato Grosso colheram tanto milho. Foram mais de 21,9 milhões de toneladas na safra recorde, com quase 20% mais que o ano passado.

 

A produção histórica derrubou o preço do grão. Em algumas regiões, a saca está valendo menos de R$ 10. A grande oferta também expos a falta de infraestrutura e logística do estado. Os armazéns ficaram pequenos e falta espaço para estocar o milho.

 

A produtividade média do milho safrinha, em Mato Grosso, foi de 102 sacas por hectare.

 

Diante de uma safra tão grande, o que fazer com tantos grãos? Apenas 3 milhões de toneladas, ou seja, menos de 15% do total, devem ser consumidos em Mato Grosso, todo o restante, precisa ser retirado do estado.

 

A previsão do Imea, Instituto de Economia Agropecuária do Estado, é de que cerca de 800 mil toneladas sigam para o mercado interno brasileiro. As vendas com apoio do Governo Federal, por meio de leilões, devem garantir o envio de mais 8 milhões de toneladas para fora do estado. A exportação deve chegar a 5 milhões de toneladas e ainda sobrariam mais de 5 milhões de toneladas para serem negociadas.

 

“O desafio agora é comercializar isso aí, a gente sabe também que a armazenagem não é um benefício de todos os produtores, então, sem dúvida nenhuma, a comercialização virou o principal entrave”, explica Daniel Latorraca, economista do Imea.

 

Outra preocupação é com o custo para transportar os grãos. De Sorriso, no médio-norte do estado, para o Porto de Santos, em São Paulo, por exemplo, o frete chega a R$ 300 por tonelada, o que equivale a R$ 18.

 

Mauro Ciciliato plantou milho em Campo Verde e Nova Brasilândia, no sudeste do estado, e teve que gastar mais para levar a produção do campo para os armazéns.

A explicação das empresas transportadoras para o aumento do frete é a elevada demanda. Além do milho, também estão sendo escoadas as produções de algodão e parte da soja colhida no início do ano. Além disso, as condições das estradas também contribuem para a alta.

 

Fonte: ABTC

http://www.abtc.org.br/paginas/noticia.aspx?n=1770

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