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Antaq aposta em estudo para fomentar transporte hidroviário

SETCAMAR A FORÇA DO TRANSPORTADOR

Superintendente Geasi Oliveira de Souza
Por: Giseli S. Casotti

Maringá 19 de julho de 2013

A Antaq (Agência Nacional de Transportes Aquaviários) está apostando no PNIH (Plano Nacional de Integração Hidroviária) para obter crescimento na utilização de hidrovias do País. Segundo superintendente de Navegação Interior da Agência, Adalberto Tokarski, com o projeto é possível saber se a demanda em determinada região justifica o investimento.

Para Tokarski, o PNIH, lançado em fevereiro deste ano, será um ponto de inflexão para a navegação interna, uma vez que em posse de informações estratégicas sobre a navegabilidade dos rios brasileiros, o governo poderá traçar planos para fomentar o modal.

Desenvolvido pela Agência com o auxílio do Labtrans (Laboratório de Transportes e Logística) e da (UFSC Universidade Federal de Santa Catarina), o programa possibilitou mostrar ao governo em quais condições estão as hidrovias brasileiras, com informações detalhadas inclusive sobre a demanda pelo serviço. Com isso, torna-se viável traçar políticas públicas para a área, levando em consideração as questões ambientais e as condições do rio.

Como exemplo do funcionamento do PNIH, Tokarski, cita o levantamento realizado em 2012 sobre a viabilidade econômica de se usar hidrovias para o transporte de cargas. Com o estudo, comprovou-se que há no Brasil 20.956 quilômetros de rios navegais para este tipo de operação.

Essas hidrovias deverão captar 11% do volume total de cargas que circulará na área de influência das seis principais bacias hidrográficas do País no início da próxima década. Esse percentual representa aproximadamente 228 milhões de toneladas. Desta maneira, o Brasil deve ganhar mais 5.000 quilômetros de hidrovias até 2020, totalizando 25.000 quilômetros.

O PNIH contemplou seis das principais bacias hidrográficas brasileiras nos cenários de 2015, 2020, 2025 e 2030. Na hidrovia Tietê-Paraná, por exemplo, deverão circular 28 milhões de toneladas de cargas em 2020, representando 3,4% do volume total de cargas da sua área de influência. A Hidrovia do Sul, contudo, é a que deverá ter maior participação em relação ao total de cargas transportadas na sua área de influência no início da próxima década, atingindo 48,3% do total das cargas, com 55 milhões de toneladas.

As hidrovias Amazônica, Paraná-Paraguai, São Francisco e Tocantins-Araguaia representarão em relação às cargas transportadas em sua área de influência, respectivamente, 25,7% (98 milhões de toneladas), 37,3% (23 milhões de toneladas), 0,8% (3,6 milhões de toneladas) e 8,4% (18,7 milhões de toneladas).

Estão disponíveis para download no site da Antaq os Relatórios Executivos, Relatórios Técnicos, Relatório de Metodologia e o Estudo de Macrolocalização de Terminais Hidroviários no Brasil. Além dos estudos, também estão disponíveis a base de dados georreferenciada, com arquivos de hidrovias e portos no formato shapefile, além de informações adicionais, como tabelas, quadros e outros detalhamentos.

Fonte: Transporta Brasil                                                        http://www.transportabrasil.com.br/2013/07/antaq-aposta-em-estudo-para-fomentar-transporte-hidroviario/

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